4 doenças frequentes nos pastores alemães

Ninguém gosta de ver o seu patudo doente. Mas a verdade é que, por vezes, não há como evitá-lo.

Resta-nos andar atentos a eventuais sintomas que permitam diagnósticos precoces e tratamentos mais eficazes!
São os melhores companheiros do mundo, fazendo tudo para proteger os donos. Por isso, merecem o mesmo cuidado e atenção. Infelizmente, há vários problemas de saúde que podem afetar os nossos pastores alemães.

Conheça, de seguida, alguns dos problemas de saúde mais frequentes no Pastores Alemães.

1. Fístula perianal

É uma lesão que ocorre na zona do ânus. Um patudo que sofra desta condição defeca com dificuldade – perdendo sangue nas fezes – e tem diarreias frequentes. O cheiro desagradável dos cobertores e da roupa do cãozinho costuma ser um dos primeiros sintomas. Na sequência da fístula, surgem infeções de pele na área afetada e perdas de apetite. O problema exige tratamento, normalmente prolongado.

2. Megaesófago

O esófago é, como sabemos, uma parte fundamental do aparelho digestivo (é por onde a comida passa após ser ingerida para ir para o estômago). Regra geral, apresenta um tamanho contínuo em toda a sua extensão.

Quando, por alguma razão, é mais largo do que deveria, é chamado de megaesófago, condição que dificulta a passagem dos alimentos. A perda de peso é, assim, um dos efeitos resultantes da doença.

O mais aconselhável nestes casos é a aposta numa dieta pastosa (que não promova ainda mais a dilatação do órgão).

3. Mielopatia Degenerativa

É uma doença progressiva que atinge a medula dos cães e cuja causa ainda não foi descoberta. As células do sistema nervoso perdem a sua capa protetora, gerando disfunções.

Um pastor alemão com este problema tem dificuldades em manter-se de pé, cruza as patas ao tentar caminhar e não consegue urinar no lugar pretendido. Em casos crónicos, pode ocorrer a paralisia da região posterior do animal.

4. Displasia da anca

Também frequente nos cães desta raça, afeta a articulação coxo-femoral, vulgarmente designada de anca. Trata-se de uma doença de biomecânica de desenvolvimento, ou seja, o patudo não nasce com ela, mas, durante os primeiros meses de vida, as articulações sofrem uma alteração na sua forma, gerando a deformação do fémur.

É fundamental que os criadores de pastores alemães procurem saber se os seus fiéis companheiros possuem os genes da displasia da anca (para evitar a transmissão aos futuros descendentes).

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