“Cães de guerra”: o treino dos heróis de quatro patas

Dão a vida pela equipa (se for preciso) e trabalham, todos os dias, para nos proteger. Se os heróis existem, já os encontramos!

“Nem todos os heróis são humanos”. Eis a verdade incontestável que abre a seguinte reportagem. Ainda se lembra, por exemplo, da cadela de raça pastor belga Diesel, a heroína que morreu, em Saint-Denis, durante uma operação realizada na sequência dos atentados em Paris (em novembro de 2015)?

Pois bem, Diesel, de sete anos, não era apenas um animal. Era, sim, um elemento fundamental das forças de segurança francesas. A sua coragem comoveu o mundo. Treinada para detetar explosivos, a cadela não resistiu ao momento em que, durante um tiroteio, uma mulher ativou o cinto de explosivos que carregava.

Em Portugal, estes “cães de guerra” também são treinados como verdadeiros militares que visam proteger o seu pelotão e o próprio país. Os patudos tornam-se especialistas em missões de risco, farejam explosivos, droga, usam a força e arriscam a vida. Aliás, a lealdade e entrega destes animais à sua equipa é absolutamente fascinante!

Os paraquedistas tiveram os seus primeiros cães em 1957: dois pastores alemães. Atualmente, são quase três dezenas os companheiros peludos que trabalham, todos os dias, para atuar nas situações mais inusitadas. Mas se todos nós já os vimos em ação, a verdade é que a parte mais crucial do treino é feita ‘atrás das câmaras’.

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